Ação coordenada de Bancos animam mercados

O dólar abriu o dia cotado a R$ 1,716, alta de 0,30%, acompanhando os movimentos dos mercados internacionais que abriram nesta sexta feira bastante otimistas após a ação coordenada dos 5 maiores Bancos Centrais do mundo, EUA, BCE, Suíça, Inglaterra e Japão, proporcionando maior liquidez aos bancos da Região, onde a desconfiança de quebra de algumas instituições rondavam o mercado interbancário, impondo medo aos bancos credores, reduzindo o acesso ao financiamento dessas instituições. A alta que estamos vendo no dólar hoje, que no mercado eletrônico teve como máxima R$ 1,727, se deve a uma medida complementar divulgada no Diário Oficial de hoje, onde o governo aparentemente inclui u a incidência de IOF de 1% também para redução de posições compradas, ainda sem entendimento correto pelo mercado, que está desesperado em elucidar essa duvida. Volatilidade por conta da legislação.

Bolsas na Ásia fecharam em alta, embaladas pela possibilidade de uma ação conjunta das autoridades Europeias tomando medidas mais ousadas que possam combater a crise da divida e manter a coesão da unidade euro. Bolsas na Europa operam em alta com ação do Bancos Centrais garantindo para que os bancos credores continuem emprestando dinheiro para os outros parceiros. Bovespa por aqui deverá acompanhar o otimismo dos mercados externos e operar em alta.

Dólar continua pressionado por conta do cenário externo ainda indefinido e pela legisla&c cedil;ão de hoje ratificando IOF de 1% sobre a posição vendida, no qual foi incluído a posição comprada, e que deixou o mercado apreensivo e tentando elucidar essa duvida, neste momento bastante complicado para o real, que tem sofrido com a pressão externa e pela especulação com a reversão das posições vendidas, onde os não residentes passam para posições compradas e querem manter o dólar alto para manter os ganhos. Como o ingresso de divisas ainda continua consistente para o Brasil, podemos vislumbrar que esse fluxo poderá inibir uma alta maior para o dólar.

Bons negócios,

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